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O sonho da casa própria está se tornando realidade para uma boa parte das famílias brasileiras. Antigamente, além do preço, as poucas opções de formas de pagamento inviabilizavam a compra e deixavam a aquisição do imóvel próprio cada vez mais distante.

“Hoje existem muito mais facilidades. Os bancos oferecem várias modalidades de créditos e financiamentos para a compra de imóveis”, ressalta Bárbara Silva Freitas, responsável pela área financeira e administrativa da Primar Administradora de Bens.

Mesmo com os preços mais altos, o movimento no mercado imobiliário não pára de crescer. A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) prevê que este ano o número de unidades financiadas aumente 28%, comparado a 2010. “O mercado está aquecido e tanto os novos empreendimentos como os imóveis usados estão sendo vendidos. Mesmo com tantas facilidades, os consumidores devem ficar atentos na hora de fechar negócio”, afirma.

Para quem pretende se casar, sair do aluguel ou mudar de casa, a especialista recomenda pesquisar e analisar qual é a melhor opção: se é um imóvel novo ou usado.

“Dependendo do tamanho da família, uma construção nova pode sair mais caro do que um empreendimento usado. Além disso, se a opção for para casas com quintal amplo é mais fácil encontrar opções usadas do que novas, já que atualmente as construções estão mais compactas e os terrenos menores”, observa.

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Fonte: Infomoney

A divulgação dos empreendimentos imobiliários na planta estão cada vez mais criativos e “reais”. Isso porque a tecnologia tem se tornado aliada do mercado imobiliário, acompanhando o bom momento do setor. A tendência faz com que o comprador consiga visualizar como será a casa nova antes de ela ficar pronta.

Os famosos books — livros que reproduzem como será o novo condomínio — estão ainda mais sofisticados. Eles retratam a realidade, além dos apartamentos e escritórios decorados e maquetes virtuais em 3D, entre outros.

Segundo o sócio diretor da Percepttiva, agência de publicidade especializada em marketing imobiliário, Rafael Duarte, atualmente é possível representar em até 95% como será o empreendimento quando estiver pronto.

“São imagens, maquetes e filmes em 3D, aliados ao material impresso que produzimos (books), que contribuem para a percepção clara do que o comprador vai receber, além da unidade decorada no estande de vendas”, diz.

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Fonte: O Dia

O Índice Geral do Mercado Imobiliário Comercial (IGMI-C), que mede o retorno do capital e renda em imóveis comerciais, desacelerou para 4,3% no segundo trimestre do ano, após registrar 5% nos três meses anteriores, segundo informou nesta sexta-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em relação ao mesmo período do ano passado houve avanço de 21,2%.
O índice é formado pelos indicadores de retorno da renda e do capital que avançaram 2,8% e 1,4%, respectivamente, em relação ao trimestre anterior. Já na comparação anual, as variações foram de 13,7% da renda, e 7,7% do capital. Foram pesquisados 224 imóveis para o estudo, ante 212 no primeiro trimestre. 

Fonte: Secovi Rio

O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, disse na última sexta-feira (13/05) que prevê um crescimento de 25% no crédito imobiliário concedido pelo banco em relação ao ano passado. Em 2010, foram R$ 77,8 bilhões, o melhor ano da história do banco para o setor. A previsão, segundo Hereda, está bem acima das expectativas internas da Caixa para o ano, que seriam em torno de R$ 82 bilhões (o que representaria alta de 5,4% sobre o ano passado).

“Vamos ter um crescimento esse ano de 25% em relação ao ano passado, é a minha expectativa, embora internamente as nossas metas estejam em torno de R$ 81, R$ 82 bilhões”, afirmou o presidente após participar da abertura do 7º Feirão da Caixa.

Para Hereda, a preocupação do governo com a inflação e a preocupação do Banco Central com a expansão do crédito não se aplica ao mercado de habitação. Segundo o executivo, as ações recentes do governo têm o objetivo de frear o consumo para conter a inflação, e não o crédito de longo prazo.

“Eu acho que a gente tem que separar as duas coisas, o crédito de curto prazo do habitacional. As condições que a gente vive hoje em relação ao ano passado são muito semelhantes às do ano passado”, afirmou. “Eu posso assegurar que o crescimento continua”.

De acordo com o executivo, a Caixa já concedeu até a semana passada o mesmo volume de crédito liberado no mesmo período do ano passado. O resultado é inesperado, na avaliação dele, já que este ano ainda não foram realizadas contratações de financiamento do programa “Minha Casa, Minha Vida” na faixa de zero a três salários mínimos, porque as regras para esse nicho na etapa 2 do programa ainda estão sendo fechadas pelo governo.

“No ano passado nesse mesmo período, tínhamos uma parcela significativa de contratação de zero a três salários mínimos no ‘Minha Casa’, e este ano só vamos começar no segundo semestre. Por isso eu acredito que se compararmos só o financiamento na faixa de três a dez salários mínimos, estamos crescendo algo de 14% no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo)”, diz.

Fonte: G1

A Secretaria municipal de Habitação vai sortear as primeiras unidades para famílias com rendimento mensal de até R$ 1.395 inscritas no programa “Minha casa, minha vida” no Rio. Somente este mês, serão 1.375 moradias localizadas em três condomínios de Santa Cruz e Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Até o fim do ano, a secretaria estima entregar 12 mil imóveis populares: metade irá para os moradores de áreas de risco e provenientes de assentamentos; o restante será sorteado.

Os inscritos na prefeitura do Rio, portanto, devem ficar atentos nos próximos dias. Os sorteios serão divulgados no Diário Oficial (DO). A prefeitura entrará em contato com os contemplados após os resultados.

Novidades à vista
O projeto de conversão aprovado na última terça pelo Senado Federal e que determina as regras da segunda fase do “Minha casa, minha vida” trouxe novidades para as mães de famílias com renda mensal de até R$ 1.395.

Na primeira fase do programa, se a mulher fosse casada e o marido não pudesse comparecer à assinatura do contrato, a mesma perdia o direito ao imóvel. Se o projeto for sancionado pela presidente Dilma Rousseff sem modificações, as mulheres casadas não irão mais precisar da presença de seus maridos para firmar a aquisição da moradia.

Fonte: Extra


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