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Segue abaixo os valores médios do metro quadrado, divulgados no portal Infomoney, para o mês de setembro nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.

São Paulo
De acordo com o levantamento, o preço do metro quadrado de um apartamento no Ibirapuera/Vila Nova Conceição chegou a R$ 11.111, seguido por Jardim Paulistano (R$ 9.606), Chácara Itaim (R$ 9.151), Fazenda Morumbi – Jóquei Clube (R$ 8.753) e Vila Olímpia (R$ 8.746).
Do outro lado, o bairro mais em conta, Cidade A. E. Carvalho, o valor é de R$ 2.670 o metro quadrado.

Rio de Janeiro
Na capital fluminense, os bairros mais caros são Leblon (R$ 18.332), Ipanema (R$ 16.984), Lagoa (R$ 14.795), Gávea (R$ 13.934) e Jardim Botânico (R$ 13.165).

Os bairros de Senador Camará e Anchieta, por outro lado, estão entre os mais baratos da cidade, com o metro quadrado em R$ 1.375 e R$ 1.100, respectivamente.

Fonte: Infomoney

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Publicidade Imobiliária e Terra Magazine

A história está se tornando frequente e preocupa corretores e imobiliárias, especialmente os que se utilizam da internet para o fechamento de seus negócios. Através de anúncios de locação, com valores em geral abaixo do mercado, criminosos tentam convencer futuros inquilinos a depositarem quantias antes até de terem visitado o imóvel.

Em um dos casos abordados por um portal de notícias, o falso proprietário se dizia estrangeiro e oferecia o imóvel por um valor mais baixo para não deixá-lo vazio. Por estar em outro país, o locador solicitava, então, que o futuro locatário fechasse o negócio através de um depósito bancário para receber as chaves. Era a senha para que o negociador desaparecesse.

O presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto recomendou que os interessados em comprar, vender ou alugar um imóvel nunca confiem em anúncios “milagrosos”, com valores muito atrativos e sem nenhuma referência.

De acordo com o diretor de locação da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi), Carlos Samuel Freitas, é difícil mensurar o alcance deste tipo de golpe, devido à subnotificação. Ele afirma, entretanto, que, das fraudes realizadas durante operações imobiliárias, essa é uma das mais recorrentes.

No último sábado (12), um estelionatário foi preso em Betim, cidade próxima a Belo Horizonte (MG). Ele visitava apartamentos que estavam sendo alugados, copiava as chaves, tirava as fotos e os anunciava como se fossem seus. O modo de ação é semelhante ao descrito por Freitas.

- Obviamente, conhecemos casos. Alguns deles nos são informados. Em geral, a pessoa coloca anúncio de um imóvel que não pertence a ela. Muitas vezes, o dono nem sabe que estão tentando alugar o imóvel. Quando a vítima procura o contato com a qual negociou, descobre a verdade. Esse é o golpe mais corriqueiro que temos notícia.

Conforme Freitas, a fraude afeta, sobretudo, quem procura aluguel por temporada. Para evitar dissabores, ele recomenda cautela.

- A orientação que sempre damos quando temos notícia do golpe é alugar com pessoas que já tenham tradição no mercado. De preferência, com empresas especializadas, idôneas. Hoje em dia, com a internet, é fácil levantar informações, é fácil descobrir se a empresa é sólida, se é regular, se está no mercado há tempos. Fundamentalmente, é preciso saber com quem está se fazendo o negócio. É importante pedir referências. Isso diminui o risco.

Segundo o representante da Abadi, imagens do suposto imóvel não devem ser encaradas como garantia de que o negócio será concretizado.

- Sabemos de casos em que a pessoa aluga, deposita o dinheiro e só depois descobre o golpe. Você vê fotografias bonitas na internet e, ao chegar no lugar, descobre que a casa não existe ou não pertence à pessoa que tentou alugar. Isso acontece, infelizmente. A esmagadora maioria é induzida a erro pelos anúncios – alerta, lembrando de uma máxima que jamais deve ser desconsiderada:

- Há um velho preceito que temos que analisar sempre: se está barato e o anúncio oferece coisas mirabolantes, desconfie. Milagre ninguém faz. Sempre desconfiar de ofertas muito vantajosas, este é o grande macete. Não é normal ter tanta vantagem. Pode ter certeza que há algo errado.

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O sonho da casa própria está se tornando realidade para uma boa parte das famílias brasileiras. Antigamente, além do preço, as poucas opções de formas de pagamento inviabilizavam a compra e deixavam a aquisição do imóvel próprio cada vez mais distante.

“Hoje existem muito mais facilidades. Os bancos oferecem várias modalidades de créditos e financiamentos para a compra de imóveis”, ressalta Bárbara Silva Freitas, responsável pela área financeira e administrativa da Primar Administradora de Bens.

Mesmo com os preços mais altos, o movimento no mercado imobiliário não pára de crescer. A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) prevê que este ano o número de unidades financiadas aumente 28%, comparado a 2010. “O mercado está aquecido e tanto os novos empreendimentos como os imóveis usados estão sendo vendidos. Mesmo com tantas facilidades, os consumidores devem ficar atentos na hora de fechar negócio”, afirma.

Para quem pretende se casar, sair do aluguel ou mudar de casa, a especialista recomenda pesquisar e analisar qual é a melhor opção: se é um imóvel novo ou usado.

“Dependendo do tamanho da família, uma construção nova pode sair mais caro do que um empreendimento usado. Além disso, se a opção for para casas com quintal amplo é mais fácil encontrar opções usadas do que novas, já que atualmente as construções estão mais compactas e os terrenos menores”, observa.

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Fonte: Infomoney

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A divulgação dos empreendimentos imobiliários na planta estão cada vez mais criativos e “reais”. Isso porque a tecnologia tem se tornado aliada do mercado imobiliário, acompanhando o bom momento do setor. A tendência faz com que o comprador consiga visualizar como será a casa nova antes de ela ficar pronta.

Os famosos books — livros que reproduzem como será o novo condomínio — estão ainda mais sofisticados. Eles retratam a realidade, além dos apartamentos e escritórios decorados e maquetes virtuais em 3D, entre outros.

Segundo o sócio diretor da Percepttiva, agência de publicidade especializada em marketing imobiliário, Rafael Duarte, atualmente é possível representar em até 95% como será o empreendimento quando estiver pronto.

“São imagens, maquetes e filmes em 3D, aliados ao material impresso que produzimos (books), que contribuem para a percepção clara do que o comprador vai receber, além da unidade decorada no estande de vendas”, diz.

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Fonte: O Dia

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O Índice Geral do Mercado Imobiliário Comercial (IGMI-C), que mede o retorno do capital e renda em imóveis comerciais, desacelerou para 4,3% no segundo trimestre do ano, após registrar 5% nos três meses anteriores, segundo informou nesta sexta-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em relação ao mesmo período do ano passado houve avanço de 21,2%.
O índice é formado pelos indicadores de retorno da renda e do capital que avançaram 2,8% e 1,4%, respectivamente, em relação ao trimestre anterior. Já na comparação anual, as variações foram de 13,7% da renda, e 7,7% do capital. Foram pesquisados 224 imóveis para o estudo, ante 212 no primeiro trimestre. 

Fonte: Secovi Rio


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