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CASA NEWS |
| Edição 79
- 07/11/2008 |
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DICA |
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PÁTINA
Pátina é uma técnica de decoração que sobrepõe tintas com a intenção de criar efeitos na madeira.
O efeito é obtido com mais facilidade em áreas pequenas como móveis, portas, batentes ou armários.
Desejando um acabamento brilhante, após a secagem total do Gel, aplique um verniz.
Veja
algumas dicas
Fonte: Faz Fácil
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Cesto de fibra com rodÍzios |
Pegue um cesto de fibra, adicione tampo e rodízios e pronto: você ganha um misto de baú e mesa de apoio, fácil de levar para todos os cantos. Escolha um modelo em formato de caixote, já pintado - este, de 45 x 35 cm, altura de 25 cm, é da Cestaria Régio - e faça como a equipe da marcenaria Alegreart, que criou uma placa de ripas de MDF para fechar a peça.
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Clique aqui e veja o passo-a-passo
Fonte: Casa Abril |
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 CAIXA ELEVA LUCRO EM 1.156%, para R$ 722 MI NO TRIMESTRE |
Crise é palavra que está fora do dicionário da Caixa Econômica Federal em 2008. O lucro líquido acumulado entre janeiro e setembro atingiu R$ 3,3 bilhões. É um resultado 90% maior que o de igual período de 2007, que foi de R$ 1,7 bilhão. O lucro líquido entre julho e setembro deste ano foi de R$ 722 milhões, 1.156% maior que o de igual período do ano passado que foi de R$ 62,5 milhões. Como base de comparação, no mesmo período, o lucro líquido do Itaú caiu 8%.
Os dirigentes da Caixa deixaram claro que a meta é crescer ainda mais. Em outubro, a instituição deve liberar mais de R$ 4,5 bilhões de crédito para pessoas jurídicas, um recorde. A média mensal é de R$ 2,5 bilhões. "Escassez de crédito na Caixa não existe", afirmou o vice-presidente de Finanças, Márcio Percival Alves Pinto.
Fonte:Gazeta Mercantil
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VENDAS LENTAS AFETAM METAS DE LANÇAMENTOS |
A avaliação do desempenho das vendas de imóveis em setembro e outubro será determinante para a decisão das incorporadoras de lançar ou não o que falta para cumprir as metas de Valor Global de Vendas (VGV) para 2008 ou haver nova onda de revisão nas projeções, segundo analistas. As primeiras revisões foram motivadas por problemas de caixa das empresas decorrentes da restrição de crédito com a crise internacional, mas, agora, o início da retração da demanda por imóveis começa a pesar na decisão das companhias. "As incorporadoras não vão lançar se não tiverem crédito e se não estiverem vendendo", diz o analista da Fator Corretora, Eduardo Silveira.
Fonte: Ademi
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